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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Folhas da Amizade

Folhas da Amizade

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.

Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras vemos apenas entre um passo e outro.

A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe.
Mostram o que é ter vida.

Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.

Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar os nossos caminhos.
Muitos desses denominamos amigos do peito, do coração.
São sinceros, verdadeiros; sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...

As vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado.
Este dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.

Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Estes costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.

Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes.
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.

O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdem algumas de nossas folhas.

Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.

Desejo a todos vocês, folhas da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...

Hoje e Sempre...

Simplesmente porque: Cada pessoa que passa em nossa vida é única.
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.

Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida E é a prova quase evidente de que duas almas não se encontram por acaso."

(Autor desconhecido)



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Amigo, Um Ensaio


Difícil querer definir amigo.
Amigo é quem te dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta.

Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas.
É quem tentou e fez, e nao tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu.
É aquele que cede e nao espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o realimenta, satisfaz.
É quem já sentiu ou um dia vai sentir o mesmo que você.
É a compreensao para o seu cansaço e a insatisfação para a sua reticência.

É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensao dos acontecimentos, a sede pelo "por vir".

É ao mesmo tempo espelho que te reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas. É quem fica enfurecido por enxergar seu erro, querer tanto o seu bem e saber que a perfeiçao é utopia.

É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais seu sorriso. Amigo é aquele que toca na sua ferida numa mesa de chopp, acompanha suas vitórias, faz piada amenizando problemas.
É quem tem medo, dor, náusea, cólica, gozo, igualzinho a você.
É quem sabe que viver é ter história pra contar.

É quem sorri pra você sem motivo aparente, é quem sofre com seu sofrimento, é o padrinho filosófico dos seus filhos.
É o achar daquilo que você nem sabia que buscava.

Amigo é aquele que te lê em cartas esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.
É aquele que te ouve ao telefone mesmo quando a ligaçao é caótica, com o mesmo prazer e atençao que teria se tivesse olhando em seus olhos.

Amigo é multimídia.
Olhos... amigo é quem fala e ouve com o olhar, o seu e o dele em sintonia telepática.
É aquele que percebe em seus olhos seus desejos, seus disfarces, alegria, medo. É aquele que aguarda pacientemente e se entusiasma quando vê surgir aquele tao esperado brilho no seu olhar, e é quem tem uma palavra sob medida quando estes mesmos olhos estão amplificando tristeza interior.

É lua nova, é a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores que cabem todas na sua íris.

Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação : amigo é quem te ama "e ponto".
É verdade e razão, sonho e sentimento.

Amigo é pra sempre, mesmo que o sempre não exista.



Amigo, Um Ensaio


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domingo, 27 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

sábado, 5 de junho de 2010

CULTURA

"CULTURA, NO SEU SENTIDO AMPLO, ANTROPOLÓGICO, É TUDO O QUE O HOMEM CRIA E RECRIA."
( FREIRE, Paulo. Educação e Mudança.
Rio de janeiro: Paz e terra,1982,p.56)

Fonte:Almanaque histórico - Paulo freire educar para transformar- projeto memória 2005

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Motivação

Motivando-se
Estar motivado nem sempre é fácil.

A motivação decorre do resultado da união de fatores internos e externos.

Existem dois tipos de motivação: a intrínseca - que vem de fatores internos e a extrínseca - que vem da fatores externos. As duas trabalham em conjunto para deixar o indivíduo motivado. Uma não sobrevive sem a outra.

Ninguém consegue estar motivado só com um dos fatores. No entanto, identificar esses fatores depende de, primeiramente aumentar a auto estima e o amor próprio.

Mesmo com tantos obstáculos, tantas dificuldades, o grande segredo para conseguir trilhar o caminho está em buscar uma força interior que aumentará a auto estima.

Consequentemente, o amor próprio também se elevará ,e com isso já poderemos identificar fatores internos para a motivação, formando assim a motivação intrínseca.

O mais importante objetivo da motivação intrínseca é identificar e captar o fator externo, que é a motivação extrínseca, um estímulo necessário para nos motivarmos.

Quando este estímulo é identificado e captado, o mais simples fator externo pode se transformar na mais potente motivação.

Com estas duas motivações temos a verdadeira motivação e então nossos caminhos serão rumo à felicidade, pois uma pessoa motivada é uma pessoa feliz.

Regiane Moura Mendonça - Administradora com especialização em marketing de serviços.

Por Regiane Moura Mendonça

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Notícias - Tabus ainda marcam aula de educação sexual

Tabus ainda marcam aula de educação sexual
Segundo professores, objetivo da disciplina na escola é desconstruir mitos antigos
03 de maio de


Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
Tabelinha funciona? Existe uma idade certa para transar pela primeira vez? Tem perigo de a pílula não funcionar? Masturbação faz mal para saúde? Apesar de viverem cercados por informação de acesso fácil, os jovens continuam com os antigos mitos sobre o sexo na cabeça. Desconstruí-los continua sendo o principal objetivo das aulas de educação sexual nas escolas.

No entanto, o desafio não é só quebrar tabus e desfazer clichês. Obstáculos como a falta de professores especializados e a resistência dos pais em discutir o tema reforçam um cenário complicado. Casos recentes e polêmicos, como a "pulseirinha do sexo" e o recolhimento do livro paradidático Mamãe como eu nasci?, de Marcos Ribeiro, pela Prefeitura do Recife, revelam a dificuldade latente em discutir o assunto no ambiente escolar.

De acordo com o Ministério da Educação, a discussão sobre sexualidade deve constar no currículo da escola (leia mais nesta página). E os educadores defendem a ideia de que ela é um ambiente privilegiado para isso. "A escola é o lugar oportuno para o debate, para a obtenção dessa informação. O tema deve ser incorporado ao projeto pedagógico e o professor deve deixar de lado suas opiniões pessoais e passar apenas conhecimento", explica a pesquisadora da Fundação Carlos Chagas Sandra Unbehaum.

Contudo, a própria formação dos professores não aprofunda o tema da educação sexual. "Há falha no preparo do docente. Ainda vivemos um período em que, quando muito, a disciplina é oferecida de forma optativa", afirma a professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Cláudia Vianna.

Para os especialistas, os mesmos tabus permanecem por gerações porque há muita informação disponível, mas pouca reflexão. "Ao mesmo tempo em que a mídia libera muita coisa sobre o assunto, a sociedade permanece conservadora", diz o pesquisador do câmpus de Araraquara da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Paulo Rennes Ribeiro.

Conteúdos. As escolas separam diferentes temas para serem discutidos de acordo com a faixa etária. Para os alunos do fundamental I (1º ao 4º ano), a reprodução permeia a temática das aulas. Entre os mais velhos, do 5º ao 9º ano, aparecem as transformações no corpo. Já as discussões sobre a primeira vez costumam surgir no ensino médio. Cenas de filmes, peças que reproduzem o corpo humano, reportagens de jornais e revistas e livros paradidáticos, que abordem questões como homossexualidade, métodos contraceptivos e gravidez na adolescência, estão entre os materiais mais utilizados em sala.

"Temos de trabalhar também com as dúvidas que eles trazem", diz a coordenadora pedagógica do Colégio Humboldt, Janice de Pontes. "Precisamos informá-los para que eles possam fazer escolhas conscientes. É uma questão de cidadania."

No Colégio São Luís, escola católica na região central de São Paulo, além da discussão do assunto nas disciplinas da grade, existe um dia especial destinado à educação sexual. O Dia de Formação ocorre em uma chácara, onde os alunos passam o tempo em atividades que debatem o sexo. "Com as meninas, focamos mais nas questões emocionais e de relacionamento, como namoro e beijo. Já com os meninos, os temas mais falados são, por exemplo, masturbação e higiene", conta a coordenadora pedagógica do 8º ano, Rosana Solha.

Para a psicóloga e especialista em sexualidade Ana Cláudia Maia, as aulas devem abordar também ideais estéticos e temas ligadas ao bullying. "Questões como: "meu corpo é adequado?", "eu sou bonito?" ou "sou galinha se ficar com dois na mesma noite?" devem ser discutidas sem juízo de valor."

Timidez. Piadinhas, brincadeiras de mau gosto e risadas nervosas em debates sobre sexo são comuns. Para evitar constrangimentos, o Colégio Albert Sabin separa as turmas em meninos e meninas e utiliza uma caixa onde os alunos depositam perguntas sem se identificarem. "Assim, o ambiente não os intimida e os mais envergonhados participam", explica a diretora pedagógica Giselle Magnossão.

Os professores defendem que, para conversar sobre sexo com naturalidade, é preciso ter vínculo afetivo com a turma. "É impossível começar um curso desses se a turma não se conhece", diz a professora Cândida Gancho, do Colégio Bandeirantes. Para a professora de Filosofia do Colégio Oswald de Andrade, que atua no Grupo de Promoção da Saúde da escola, os jovens se soltam mais quando o debate foge do lugar comum. "Temos de situar as questões do sexo na vida deles, discutindo também a identidade de quem está se desenvolvendo muito rápido.